Matéria do Jornal A gazeta

Personagem

Apoio

Os dois professores conseguiram apoio da Escola Municipal Elzira Viváqua localizada em Jardim Camburi, e da Secretaria de Educação de Vitória para tocar o projeto. Na quadra da escolatreinam a partir de 18:00 horas. Da secretaria receberam material básico e verba para viagens intermunicipais. Logo transformaram a Elzira Viváqua em uma potência dos jogos escolares de Vitória(Jemvi), conquistando quatro títulos consecutivos na categoria masculina(1998 a 2001). O Handcam expandiu fronteiras e participa regularmente de torneos oficiais.No ano passado ,ficou em quarto com o time infantil feminino e em terceiro com o masculino(também infantil) no BH Handboll Cup. Foi também o oitavo no brasileiro adulto realizado no mesmo local. Expedito e Elizabeth lutam para obter patrocínio e não deixar morrer o projeto. Eles acreditam que para desenvolver o treinamento de todas as categorias(comprando material,pagando taxas de arbitragem e de inscrição e transporte para os atletas) teriam que contar com R$80 mil por ano.

Vinte e sete anos dedicados ao esporte
Expedito Marcus Alves da Costa, responsável pelo Handcam é um dos personagens mais importantes do handebol capixaba. Formado em Educação Física na ufes em 1978, trabalha coma modalidade desde 1975. Foi o presidente da Federação Espirito Santense de handebol em dois mandatos, diretor de árbitro da entidade durante vários anos, árbitro nacional e técnico de várias equipes, formadas no Centro de Educação Física para a disputa do Junes. Treinou ainda a seleção capixaba juvenil escolar, AABB , Cnec,Caxias, Salesiano, Ufes e Unesc. Expedito foi ainda assessor de handebol da extinta Federação Desportiva Espírito-Santense e técnico das escolinhas do antigo ginásio do DED

Irmãos voluntários na formação de talentos

Quanto custa o sonho de formar talentos e integrar jovens sem condições de praticar esportes? Para dois irmãps, formados em Educação Física e amantes do handebol, este sonho não tem preço. Tanto que, sem ganhar um centavo sequer e, muitas vezes, tirando dinheiro do próprio bolso, eles criaram um centro de treinamento que hoje movimenta mais de 200 crianças e adolescentes e conquista títulos do calendário local em profusão



Jornal A GAZETA, domingo 17 de fevereiro de 2002

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